Texto e fito: 
Alfredo Guimaraes Garcia

As unhas crescem
Como istmos
Para o Nada.
Cortar as unhas
É desatrelar laços
Com os ontens.
O tempo,
que era pátina
Sob as garras
do que fomos
Agora é massa
Amorfa
Entre dejetos.

Ananindeua, primeiro sábado de agosto de 2025

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