Um poema feito num zap

DISSE QUE ESCREVIA, de Marcos Lizardo

Na valsa da balsa
Um sonho de valsa
Um impulso de dança
Nessa doçura balança
Onde descansam os sonhos
É onde moram as boas lembranças
Que bailam num caminho em brasa
Sem sentir dor, apenas o calor
“Amor é um fogo que arde…”
Na tarde de todas as esperanças
Anoitece tarde em todo sonho
Da valsa precisa dos pensamentos
O amor que nos leva é essa balsa
Que atravessa todos os esquecimentos
E dança, e como dança, cada pensamento
Num mar de pleno alumbramento
Sem distâncias ou desesperos
Ou qualquer estremecimento
Apenas o mais puro sentimento
E o pertencimento nessa sensação
De que tudo que é bom há de ser doce…
(11.08.2025 – 23:57)

Fonte: feicebuqque do poeta

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