Hoje também tem poema novo, e estou definitivamente assumindo minha verborragia. Não adianta, não consigo ser minimalista. kkkkkk Vamos lá! VERBORRAGIA O poeta está grávido de um par de versos. Não são gêmeos. Pela data, parece que serão piscianos. Servirão, talvez, para execução ao piano numa sala de concertos na quebrada paulistana: território de um…
I E eu me perguntopelas avenidasqual delírio ostentasnesses céus de organdi… Mágica palavra, aço-concretoteu pulmão encarde. Teis, etês, em dejetossucumbem. Ó poeta, canta outras maravilhas! II Aqui nos defrontamoscom o perigo.O mistério nascealém do Jaraguáenquanto nuvens de chumboanoitecem e penteiamas franjas do caos. III As pernas abertase o vento.No parapeito do quarto,Piva e a papoula.…
UM HOMEM CANTAVA PARA CACHORROS é mais um encantador livro do Celso de Alencar, publicado pelo Pantemporâneo, selo do artista Valdir Rocha, autor da arte da capa e dos desenhos das páginas 11, 25, 49, 65 e 71. Este livro teve seu lançamento no dia 11/02/2023, na Ria Livraria, adorável casa da Vila Madalena (SP). https://www.poesiaprimata.com/celso-de-alencar/celso-de-alencar-um-homem-cantava-para-cachorros-2022/
Não me contive… Li o texto abaixo no Facebook do amigo Alessandro de Paula e não me contive: republiquei aqui. Eu faria o mesmo que o Alessandro fez. E você? “Contar pra vocês a história dessa foto. Eu tive umas coisas pra resolver na rua e já estava subindo uma das avenidas principais do bairro,…
Com sua conhecida delicadeza e cordialidade, Rubens Jardim fez poesia, organizou um livro sobre Jorge de Lima – Jorge 80 anos. Com apoio de grandes nomes, como Drummond, del Pichia e Raduan Nassar, organizou o ANO JORGE DE LIMA, em 1973. Participou de movimentos, como o Catequese Poética, para promoção da poesia, levando-a ao alcance do…
Nasci em Nova Era, Minas Gerais, cidade vizinha da Itabira do Carlos Drummond de Andrade, e antes dos meus 10 anos frequentava a biblioteca pública da minha cidade, que naquela época ficava no andar térreo do prédio da prefeitura. A prefeitura continua no mesmo lugar, mas a biblioteca foi transferida para o piso superior da…
“Mario Quintana nasceu em 1906 e morreu em 1994. Além de poeta, foi tradutor. Publicou seu primeiro livro em 1938: A rua dos cata-ventos. Recebeu os prêmios Fernando Chinaglia, Machado de Assis, e Jabuti, além do título de cidadão honorário de Porto Alegre, da medalha Negrinho do Pastoreio e do título de doutor honoris causa…
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Tudo se move a partir dela. Senhora das emoções, encontra-se em cada detalhe, em cada sorriso, em cada lágrima, em cada fala, em cada objeto. Às vezes quase imperceptível, ela sutilmente movimenta o mundo e o transforma, promovendo a integração e a harmonia entre os povos. A poesia pode ser classificada como o “Quinto Elemento”…