O livro “Depois do Verbo”, de Daniele Pereira, foi o grande vencedor do III Concurso de Poesias Arribaçã – 2026. A autora reside no município de São José da Lagoa Tapada, sertão da Paraíba, e utilizou no concurso o pseudônimo “D. Welyng”. O livro vencedor será publicado pela editora ainda este ano, com tiragem de…
Existe gente vil, perversa, que odeia pobre,gente que nasce rica ou que tudo herda,que pensa ter o rei na barriga, esnobe,gente de mau caráter, gentinha de merda..Gente que se acha dona do mundo inteiroe rouba, menospreza, arranca o courode quem tem pouco ou nenhum dinheiro.Gente rica que pensa que caga ouro..Mas nenhum laboratório pode comprovare…
Quando ela roubou o meu coraçãoE sem me avisar foi embora,Me deixou este buraco no peito,Que eu não consigo preencher.Sem ela e sem mim, eu sou nada,Sou coisa que não vem e nem vai,Coisa inútil que não tem onde ficar,Coisa que passa sem ser notada.Sem coração, eu não posso viver.Sem coração, eu não posso amar.Sem…
MULHER ENLUARADA, de Remisson AnicetoToda noite o sol reclamaque só pode sair durante o diae cedo tem que ir pra cama. Mas a lua… a lua é uma dama,mulher crescida, dona da sua vida. Enquanto as criançassó podem brincar durante o dia,assim que a noite chegae o sol vai dormir, a lua, no mesmo instante,põe…
MULHER, de Remisson AnicetoToda noite o sol reclamaque só pode sair durante o diae cedo tem que ir pra cama. Mas a lua… a lua é uma dama,mulher crescida, dona da sua vida. Enquanto criançasó pode brincar durante o dia,assim que a noite chegae o sol vai dormir, a lua, no mesmo instante,põe o seu…
Um poema feito num zapDISSE QUE ESCREVIA, de Marcos LizardoNa valsa da balsaUm sonho de valsaUm impulso de dançaNessa doçura balançaOnde descansam os sonhosÉ onde moram as boas lembrançasQue bailam num caminho em brasaSem sentir dor, apenas o calor“Amor é um fogo que arde…”Na tarde de todas as esperançasAnoitece tarde em todo sonhoDa valsa precisa…
Um poema feito num zap Um poema feito num zap DISSE QUE ESCREVIA, de Marcos Lizardo Na valsa da balsaUm sonho de valsaUm impulso de dança Nessa doçura balança Onde descansam os sonhosÉ onde moram as boas lembrançasQue bailam num caminho em brasaSem sentir dor, apenas o calor“Amor é um fogo que arde…”Na tarde de…
LIXO (crônica de Luís Fernando Verissimo) Encontram-se na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam. Fonte da imagem: https://poesiaspreferidas.wordpress.com/2013/04/20/uma-cronica-de-luis-fernando-verissimo/